
About us
A Brazilian network for neurobiodiversity
The Brazilian Neurobiodiversity Network began in 2018, from Kamilla Souza’s doctoral research and the work of her supervisors at UFRJ and UERJ. Since then, we have connected research institutions around the comparative study of the nervous system.
Research focus
Studying brain diversity
We study the nervous system of different species, with a focus on aquatic mammals, to understand their neuroanatomical diversity and investigate the relationships between brain organisation, evolution and environmental adaptations.
In the laboratory
Daily work combines specimen preparation, imaging and morphological analysis. Each specimen is a rare opportunity to better understand the diversity of brains.
In the scanner
We acquire magnetic resonance images of the brains and are using them to build an image catalogue of the collection. We use the 7 Tesla scanner at InRad (HCFMUSP), the only 7 T scanner for humans in Latin America, and, for smaller brains, such as those of the small franciscana dolphin, the 7 T small-animal scanner at CENABIO (UFRJ).
About us
Research, collaboration and conservation
Our research happens in partnership with institutions that care for stranded animals, conservation projects and science outreach groups.

Workshop with CMA/ICMBio
A workshop with CMA/ICMBio brings professionals together around the study and conservation of aquatic mammals.

Science outreach at UFRJ
Outreach activities at UFRJ, in partnership with metaBIO, bring the public closer to the research.

Field collaboration
Fieldwork in partnership with Projeto Baleia Jubarte connects research and conservation.

Comparative Brain Meeting
A presentation at the Comparative Brain Meeting, at Institut Pasteur, connects the network to the international debate.
People
Our team
A multidisciplinary team connecting research, imaging and marine mammal biology.
Board

Kamilla Avelino de Souza
Founder and director
Fundadora da Rede Brasileira de Neurobiodiversidade, a cientista Kamilla Avelino de Souza concentra seu trabalho na análise comparativa de cérebros de cetáceos, explorando a morfologia cerebral para desvendar os mistérios da evolução do sistema nervoso desses animais. Destacada em artigos e perfis jornalísticos, a rede colaborativa orquestrada por Kamilla agora ostenta a mais extensa coleção de cérebros de golfinhos da América Latina, com 80 encéfalos de 20 espécies, reunidos por meio de parcerias com 15 instituições nacionais e 3 instituições internacionais. Influenciada desde a infância, Kamilla se lembra dos frequentes documentários sobre a natureza que seu avô lhe presenteava e do livro de anatomia que ela adorava ler e reler na biblioteca de enfermagem de sua tia.
Advisors

José Truda
Founder of Projeto Baleia Franca and Advisor to Projeto Baleia Jubarte
Natural de Porto Alegre mas vivendo entre a Praia do Forte, Bahia, e aeroportos ao redor do mundo, José Truda trabalha há quase cinco décadas em pesquisa e conservação de cetáceos e do ambiente marinho. Especializado em tratados internacionais da temática, integrou diversas delegações oficiais do Brasil no Exterior e participou ativamente da criação de diversas áreas marinhas protegidas e da formulação das normas brasileiras que regem a proteção das baleias e golfinhos. Fundador do Projeto Baleia Franca e Conselheiro do Instituto Baleia Jubarte, integra diversos grupos de Especialistas da IUCN - União Mundial para a Conservação da Natureza.

Bruno Mota
Professor, Institute of Physics, UFRJ
Nascido e criado em Belo Horizonte. Graduação e mestrado em física pela UFMG, doutorado em física pelo CBPF e pós-doutorado no laboratório de neuroanatomia comparada (CCS/UFRJ). O que era para ser uma excursão interdisciplinar rápida - aplicar técnicas de física teórica em problemas de neurociência. - acabou virando foco principal de pesquisa. Professor do IF/UFRJ desde 2013, é líder do laboratório metaBIO (matemática experimental e biologia teórica), que abriga a Sede do Rio de Janeiro da RBNB. Sempre que possível, é ciclista e cozinheiro.

Nina Patzke
Professor, Health and Medical University (HMU), Potsdam
Nina Patzke é neurocientista especializada em neuroanatomia comparada e evolução do cérebro dos mamíferos. Atualmente, é professora vinculada à Health and Medical University (HMU), em Potsdam, Alemanha, e desenvolve estudos sobre a organização, a diversidade e a evolução do sistema nervoso.
Como colaboradora internacional da Rede Brasileira de Neurobiodiversidade, Nina contribui para pesquisas sobre a organização cerebral de mamíferos aquáticos, incluindo estudos de ressonância magnética, morfologia cerebral e composição celular.
Students

Heitor Mynssen
PhD student in Morphological Sciences, UFRJ
Heitor se formou em Física Médica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fez seu mestrado em Física de Sistemas Biológicos pelo Programa de Física Acadêmica do Instituto de Física na mesma universidade. É membro de duas organizações: Laboratório de Matemática Experimental e Biologia Teórica (metaBio) e da Rede Brasileira de Neurobiodiversidade (RBNB). Atualmente, é doutorando do Programa de Ciências Morfológicas do Instituto de Ciências Biomédicas (UFRJ). Seu foco é desenvolver pesquisa de neurociência, criando e aplicando novos métodos de processamento de neuroimagens.

Luanna Tereza Barbosa Andrade
MSc student in Applied Physics, UFRJ
Luanna é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e mestranda no Programa de Pós-Graduação Multidisciplinar em Física Aplicada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É membro do Laboratório de Matemática Experimental e Biologia Teórica (metaBio) e da Rede Brasileira de Neurobiodiversidade (RBNB). Seu foco é estudar como o córtex cerebral de cetáceos se dobra e compará-lo ao de outros mamíferos, investigando o papel do ambiente aquático na forma do cérebro. Em seu tempo livre, gosta de ler livros de fantasia, fazer yoga, assistir séries e jogar RPG.

Bruna Soares
Undergraduate in Biological Sciences, UFSC
Bruna é graduanda em Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e sua pesquisa tem como objetivo descrever a anatomia do córtex cerebral do lobo-marinho-subantártico (Arctocephalus tropicalis) e compará-la com a de outros carnívoros, a fim de identificar possíveis convergências e contingências anatômicas. A análise é realizada a partir de imagens de ressonância magnética (MRI), com a descrição dos sulcos, giros e das demais estruturas corticais. Em seu tempo livre, gosta de ir à praia e passar o tempo com seu gato (Lilo).

Thayná Letícia Lima Santos
Undergraduate in Biological Sciences, Universidade de Santo Amaro
Thayná Letícia Lima Santos, graduanda em Ciências Biológicas na Universidade de Santo Amaro. Meu trabalho de conclusão de curso está focado na neuroanatomia de cetáceos, com especial ênfase no estudo do corpo caloso, através de uma abordagem baseada em revisão bibliográfica.
Meu objetivo é realizar uma análise detalhada da comparação, função e estrutura do corpo caloso em mamíferos marinhos, com o intuito de fornecer novas perspectivas que possam enriquecer nosso entendimento em neurociência comparativa e espero que meus estudos possam fazer uma diferença significativa no conhecimento sobre essa estrutura em cetáceos.
Além dos estudos acadêmicos, sou apaixonada por música, especialmente por tocar piano, onde encontro uma forma única de me expressar. Também dedico parte do meu tempo à prática de esportes, o que não só me mantém ativa fisicamente, mas também mentalmente preparada para os desafios da vida acadêmica.
Our collaboration network
A network built through partnerships
RBNB brings together research, conservation and wildlife care institutions throughout Brazil and through international collaboration. These partnerships enable the collection, preservation and study of neuroanatomical material, contributing to comparative neuroscience and the conservation of marine biodiversity.

The reach of our network
- 18institutions: 15 national and 3 international
- 8Brazilian states
- 20aquatic mammal species
- 80brains in the collection
- The largestcollection of dolphin brains in Latin America
























